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Vinhos
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Centro de Tradiçôes Gaúcha "Cultura Nativa"


    CLASSIFICAÇÃO DOS VINHOS    


 

De acordo com o tipo de uva e com o processo de elaboração, o vinho apresenta características específicas que serão detalhadamente apresentadas em breve. A seguir, veremos uma classificação mais ampla e genérica:

Vinhos Tintos


Os vinhos tintos caracterizam-se pela cor avermelhada em vários tons, pois são fermentadas com a casca da uva. Os tintos que possuem tonalidade mais clara são mais leves e para consumo mais rápido. Já os mais escuros devem ser armazenados e envelhecidos. O vinho tinto pode acompanhar diversos tipos de refeições, principalmente as que possuem carne vermelhas e molhos fortes.

Vinhos Brancos


Os vinhos brancos, por serem fermentados sem a casca da uva, apresentam uma cor amarelada, com tons esverdeados e dourados. São elaborados com uvas não excessivamente maduras, visando assegurar uma boa carga de acidez, resultando em frescor gustativo. Podem acompanhar carne branca, frutos do mar, frango, presunto cozido, massa e lombinho assado.



A Essência do Vinho Tinto

Cabernet Sauvignon

Cabernet Sauvignon

Esta uva, uma das mais populares do mundo, dá origem a um vinho seco, encorpado, de tonalidade violeta e acentuado bouquet. Elaborado na região de Bordeaux (França), esse tipo de vinho apresenta alta longevidade, robustez e estrutura. É forte e concentrado, podendo acompanhar carne de gado, filés, bacalhau e queijos fortes.

Cabernet Franc

Cabernet Franc

Uva de origem francesa que gera excelentes vinhos, tanto quando vinificada pura, como quando em combinação com outras uvas. Produz um vinho refinado, de cor não muito intensa, relativamente ligeiro e elegante. O Cabernet Franc possui odores frutados e herbáceos quando jovem. É leve e macio ao paladar e acompanha pratos como frango e massas com molhos leves.

Tannat

Tannat

Originária do sul da França, esse tipo de uva adaptou-se muito bem no Uruguai. O vinho Tannat apresenta boa cor e excelente estrutura. Possui sabor frutado, com leve passagem pelo carvalho, que lhe confere equilíbrio e complexidade. Por ser um vinho bastante encorpado, acompanha pratos fortes, como carnes vermelhas e queijos de sabor acentuado.

Merlot

Merlot

Com ótimos resultados em diferentes lugares do mundo, esta uva dá origem a um vinho seco, encorpado, de cor intensa e baixa acidez. O Merlot possui sabor mais adocicado, com gosto aveludado e harmônico. Quando jovem, acompanha pratos leves, e quando maduro, combina com sabores fortes, como grelhados, strogonoff de carne e queijos bem temperados.

Malbec

Malbec

Uva originária da região de Bordeaux, que foi difundida com êxito para fora da França, principalmente para a Argentina. Com este tipo de uva, é elaborado um vinho de aromas frutados, bom corpo e acidez balanceada. O Malbec é uma deliciosa opção de acompanhamento para massas, aves e carnes assadas.

Pinot Noir

http://www.portalsaofrancisco.com.br/alfa/historia-do-vinho/imagens/historia-do-vinho-6.jpg

Esta uva, cultivada em diversos países, produz um vinho seco, encorpado, de cor violácea e sabor delicado. É originário da Borgonha francesa, onde se fabrica o Romanée-Conti, considerado um dos vinhos mais prestigiados e caros do mundo. O Pinot Noir possui corpo médio e é sensível à umidade. Acompanha frutos do mar, massas, fondues e aves.



A Essência do Vinho Branco

Riesling Itálico

Riesling Itálico

Uva que prospera em regiões frias e gera um vinho com sabor suave, aromas de frutas cítricas e um frescor particular. No Brasil, possui acentuado caráter jovem e delicado, sendo uma ótima opção para acompanhar aperitivos, pratos leves, como peixes, queijos suaves e sobremesas.

Chardonnay

Chardonnay

Esta uva é considerada uma das melhores para a fabricação de vinho branco. É cultivada em diversos em diversos países, pois se adapta facilmente a diferentes tipos de clima. Gera um vinho seco, límpido, harmônico e agradável. O Chardonnay possui aromas sutis, equilibrados e refrescantes. Ideal para acompanhar carne branca, massas, queijos leves e frutos do mar.

Gewurztraminer

Gewurztraminer

Vinho seco, com aromas que lembram frutas e flores do campo. De sabor intenso e agradável, o Gewurztraminer é elaborado com uvas originárias da região da Alsácia, no norte da França, e da região do Reno, na Alemanha. Acompanha presunto cru, comida chinesa, peixes e vários tipos de sobremesas.

Semillón

Semillón

Uva originária de Bordeaux, na França, mas que é produzida também na Nova Zelândia, Chile, África do Sul e Austrália. Seu produto é um vinho seco, de acentuada acidez, aromas intensos e sabor marcante. Além de forte, o Semillón é um vinho acetonado e bastante sensível à podridão. Acompanha refeições com peixes e queijos.

Sauvignon Blanc

Sauvignon Blanc

Uva branca cultivada nos mesmos locais que a Semillón. Produz um vinho seco, encorpado, de aroma herbáceo, sabor marcante e amargo. O Sauvignon Blanc amadurece muito bem na garrafa, mas é extremamente sensível à podridão. O frescor e a leve agressividade gustativo deste tipo de vinho combinam com pratos de sabor mais pronunciado, com atum, salmão e aspargos.

Fonte: ube-164.pop.com.br



CLASSIFICAÇÃO DOS VINHOS

Vinhos de mesa

Tintos

Produzidos com enorme variedade de uvas, com resultados que variam com a região e as técnicas de produção empregadas. Podem ir dos mais leves e refrescantes, que devem ser bebidos imediatamente (como o Beaujolais Nouveau da Bourgogne francesa), a vinhos extremamente densos e encorpados, como os Cabernet Sauvignon da Califórnia (EUA). Os mais leves são os Valpolicella e os Bardolino, na Itália, e são também encontrados por toda a Frnaça. Uns são mais sutis, como os bons Bourgogne, Côtes-du-Rhône, a maioria dos Bourdaux (na França), Rioja (Espanha), Chianti (Itália), Dão, Douro e Bairrada (Portugal) e os Cabernet Sauvignon do Chile, Austrália e Nova Zelândia. Outros são potentes, com grande concentração e cor profunda, e merecem longos anos para se arredondarem.

Brancos Secos

Feitos geralmente com uvas brancas (na verdade, de casca verde). Na sua maioria são jovens e frescos e mais simples - sem profundidade de aromas e sabores: é o caso dos Bordeaux brancos, dos Chablis mais simples, Aligoté e Mâcon e dos italianos Frascati, Verdicchio, Orvieto e Soave, entre tantos outros de vários países. Também podem ser frustados e aromáticos como os melhores alemães do Reno e Mosela (Riesling), os franceses da Alsace (uvas Riesling e Gewürztraminer) e os da Nova Zelândia. Há ainda os encorpados e aromáticos: são os Bourgogne brancos - feitos de Chardonnay e maturados em barris de carvalho. Combinam bem com a comida.

Brancos Doces

Chamados de vinhos de sobremesa, seu açúcar vem da própria uva. O mais famoso é o Sauternes (e seu vizinho Barsac), da região de Bordeaux (uvas Sémillon e Sauvignon). Há os alemães Beerenauslese e Trockenbeerenauslese e o húngaro Tokaji, além de vinhos do novo mundo.

Rosés

Produzidos com uvas tintas, cuja casca é retirada no meio do processo, de forma que tinja apenas levemente o vinho. São produzidos na França, no vale do Rhône (Tavel) e no vale do Loire (Rosé d'Anjou)

Espumantes

Feitos de uvas brancas ou tintas, resultando no mais das vezes num vinho branco ou rosé, com gás. O melhor exemplo é o feito na região de Champagne (na França). No resto do país, são chamados de musseux ou crémant; na Itália, spumante; na Espanha, cava; na Alemanha, sekt.

Fortificados

Produzidos como vinhos de mesa, têm adição de álcool, são mais doces e têm maior durabilidade. É o caso do vinho do Porto e do Madeira (Portugal), do Jerez (Espanha) e de vinhos utilizados em sobremesas, como os franceses Muscat de Beaunes-de-Venise, Rivesaltes e Banyuls e o português Moscatel de Setúbal.



Segredos para evitar gafes

Não existem regras fixas.

A primeira e mais importante regra é saber que não há regras fixas e rígidas para consumir vinhos. As normas convencionais derivam de um consenso e não da imposição de algum expert. Mais importante do que segui-las é saber como e quando desobedecê-las. Como os países europeus têm o clima mais frio que o do Brasil, as tais normas devem ser interpretadas tendo em conta esse fato. Por exemplo: uma das mais conhecidas é a que recomenda servir vinhos tintos à temperatura ambiente. Acontece que a temperatura ambiente em Paris, Roma ou Berlim é bem diferente, seja qual for a época do ano, da temperatura ambiente no verão carioca, paulista ou mesmo gaúcho. Por isso você não cometerá nenhum sacrilégio se refrescar um vinho tinto, deixando-o durante alguns minutos na parte mais baixa de um refrigerador (mas nunca o coloque no congelador ou no freezer).

Outra norma universalmente aceita é a que manda servir vinhos brancos para acompanhar carnes brancas (aves, peixes, crustáces etc). Na verdade, o vinho branco pode acompanhar qualquer prato, até mesmo os de massas, tradicionalmente identificados pelos italianos com os vinhos tintos. O importante é que o vinho valorize o prato que você escolheu.



Guardando o vinho em casa

O vinho se transforma com o tempo. Em condições ideais de repouso - sempre na posição horizontal -, ele pode desenvolver todas as suas potencialidades (afinar os aromas, arredondar os sabores)

Adegas Portáteis

Existem no mercado várias opções de adegas portáteis: são armários refrigerados, que mantêm a temperatura e umidade ideais para a guarda de vinhos.

Sem Equipamentos

Procure manter os vinhos em lugar fresco, ao abrigo da luz e do calor. A temperatura ideal está entre 11 e 15 graus Celsius. É importante que o local não seja muito seco, também: pelo menos 70% de umidade relativa do ar seria conveniente. Um canto debaixo de uma escada, um armário não muito usado, qualquer local quieto e fresco (e longe de odores como os de produtos de limpeza) será conveniente. Nesse caso, não vale a pena guardar vinhos preciosos que precisem repousar meses ou anos.

Adega Refrigerada

A melhor situação, para quem tem espaço, é construir uma adega climatizada em casa. O custo por garrafa será bem menor. No espaço escolhido é preciso colocar um equipamento de refrigeração, para manter a temperatura idea.

Pode ser feita com sistema convencional ou com aparelhos especiais.



Os Perigos

Os vinhos temem: calor, mudanças bruscas de temperatura, luz, trepidação, baixa umidade, odores estranhos.



Tipos de Uva

Cabernet Sauvignon

Responsável pelos grandes tintos de Bordaux (França), onde é combinada com outras uvas para amenizar seu forte caráter e dar-lhe elegância. Hoje está difundida por todo o mundo, produzindo vinhos potentes e concentrados ou mais leves e frutados.

Chardonnay

Uva francesa da Bourgogne, considerada a melhor para vinho branco seco. É mais verde no paladar quando usada em Champagne ou no Loire e mais suculenta e estruturada nos grandes Bourgognes, em que fermenta e amadurece em tonéis de carvalho - estilo perseguido na Calif'órnia, Itália, Espanha e Austrália.

Chenin Blanc

Fonte de bons vinhos brancos doces no vale do Loire (França), do Vouvray e do Anjou. Também usada na África do Sul, Nova Zelândia, Califórnia e Austrália.

Gewürztraminer

Responsável pelos vinhos brancos de grande aroma, normalmente mais alcoólicos, produzidos na Alsace (França), em versões seca ou doce.

Merlot

Uva de Bordeaux (França) com a qual se fazem os profundos e redondos Pomerol e Saint-Émilion. Também entram na composição de outros vinhos da região e do sudoeste da França.

Pinot Noir

Única uva a compor os grandes Bourgognes tintos da Côte d'Or (França). Cultivada em outros países, tem características diferentes, menos complexas e delicadas.

Riesling

Uva alemã responsável pelos melhores vinhos brancos do Rhein e Mosel, além da Alsace francesa; também é utilizada com sucesso na Itália, Califórnia, África do Sul e Nova Zelândia.

Sauvignon Blanc

Uva branca utilizada para confeccionar o Sancerre, do Loire (França), estilo perseguido na Itália e Nova Zelândia. Entra na composição de vinhos secos e dos grandes vinhos doces de Bordeaux (Sauternes, Barsac), junto com a Sémillon, num estilo também procurado na África do Sul, Califórnia, Austrália e Nova Zelândia.

Sémillon

Utilizada em Bordeaux em vinhos brancos secos (Graves) e na confecção dos doces Sauternes e Barsac (junto com Sauvignon Blanc). Também usada na Nova Zelândia e Austrália e, com menor sucesso, no Chile e África do Sul.



Entenda os Rótulos

Não há uma regra para a distribuição das informações nos rótulos. Nesse texto, alguns exemplos para auxiliar a leitura.

França

Vinhos mais simples têm no rótulo a inscrição Vin de Table (vinho de mesa). Depois, por ordem crescente de qualidade, aparecem Vin de Pays (vinho regional), VDQS ou Vin Délimité de Qualité Supérieure (vinho delimitado de qualidade superior) e AOC, ou vinhos de Appelation d'Origine Contrôlée (denominação de origem controlada - somente 15% da produção francesa).

Alemanha

Em ordem crescente de qualidade estão Tafelwein (vinho de mesa), Landwein (vinho regional), QbA ou Qualitätswein bestimmten Anbaugebiete (vinho de qualidade das melhores regiões), QmP ou Qualitätswein mit Prädikat (vinho de qualidade com predicado - que se divide em categorias de qualidade e grau de açúcar ascendente: Kabinett, Spätlese, Auslese, Beerenauslese, Trockenbeerenauslese e Eiswein).

Itália

Em ordem crescente de qualidade: Vino de Tavola (vinho de mesa), Vino de Tavola con Indicazione Geografica, Vino Tipico, DOC ou Denominazione di Origine Controllata (denominação de origem controlada), DOCG ou Denominazione di Origine Controllata e Garantita.

Portugal

Em ordem crescente de qualidade: Vinho de Mesa, Vinho Regional, IPR ou Indicação de Proveniência Regulamentada e Denominação de Origem Controlada.

Espanha

Em ordem crescente de qualidade: Vino de Mesa, Vino de la Tierra, Denominación de Origen, Denominación de Origen Calificada.

EUA

As regiões delimitadas são classificadas como AVA, ou American Viticultural Area (área vitícola americana).

Fonte: www.emporiomichellutti.com.br



CLASSIFICAÇÃO DOS VINHOS


 

Vinhos. Se você ainda é um daqueles que acha complicadíssimo escolher uma garrafa e já se habituou a passar a missão para o amigo do lado com a desculpa de que "não entende nada de vinhos", essa seção é para você.

Vamos começar pelo início, é natural, e pelo básico. Que tal conhecer pelo menos o que significam as classificações que acompanham cada garrafa e que é o princípio de tudo, principalmente do prazer?

Um aviso, na contramão do senso comum: o vinho pode ser consumido em qualquer ocasião. O importante é acertar na harmonia com o momento em que você se encontra. As opções variam entre os espumantes, tintos, brancos e roses. Apesar dos espumantes e brancos serem mais indicados para o verão, eles são bem vindos em qualquer época do ano.

Anote algumas dicas:

Prosecco

Espumante de corpo leve elaborado a partir de uvas do mesmo nome. A sua principal característica é o intenso aroma de frutas. Excelente como aperitivo e muito comum em festas.

Champagne

Considerado o mais nobre dos espumantes. O nome só pode ser atribuído, a rigor, às bebidas produzidas na região de Champagne, na França. O espumante é feito a partir da junção de uvas do tipo Chardonnay, Pinot Noir e Pinot Meunier. Pode ser servido em qualquer ocasião, antes, durante os depois das refeições.

Lambrusco

Vinho frisante super leve devido a baixa concentração de gás carbônico e pressão. Refrescante como um refrigerante.

Brancos (Leves, médios e encorpados)

Devem ser servidos gelados à
temperatura de 08 C a 10 C

Brancos Leves

Indicados para consumo "sem compromisso". Até sem mesmo acompanhar uma refeição.

Brancos Médios

Aromáticos , requerem acompanhamentos leves como frios e queijos não gordurosos.

Brancos Encorpados

Marcantes tanto no nariz quanto na boca. Bons para acompanhar queijos curados, frutos do mar, conservas etc.

Rosés

Devem ser servidos a temperaturas entre 10 C e 12C graus. Vão bem com grelhados leves, pratos pouco codimentados e também como aperitivos.

Tintos

A boa notícia é que os tintos podem sim ser consumidos no verão. É recomendado, porém, "refrescar" a garrafa antes de servir. Escolha também as safras mais leves. Exemplos: Merlot, Pinot Noir, Malbec, Shirah, Pinotage. Indicado para acompanhar pratos com bacalhau, carnes e pratos mais sofisticados. Por isso, não espere o inverno chegar para abrir aquela garrafa de vinho que ganhou no Natal. Degustar vinhos no verão é uma ótima pedida!

Fonte: www.falmec.com.br



CLASSIFICAÇÃO DOS VINHOS

Vinho

Definição de Vinho

Seguindo normas na legislação vitivinícula, a denominação Vinho e atribuída exclusivamente a bebida que resulta da fermentação alcoólica da uva fresca ou do mosto, com um conteúdo mínimo de 7% de alcoól.



CLASSIFICAÇÃO DOS VINHOS

Quanto a Classe

Vinhos de mesa

Com graduação alcoólica de 10° a 13°g/l com até 1 (uma) atmosfera de pressão de gás carbônico a 20°c.

Vinhos Leves

Os que possuem a sua graduação alcoólica ente 7 a 9,9% do total de seu volume, obtidos pela fermentação natural de seus açúcares geralmente de vitis viníferas, produzidos na própria safra, vedada a elaboração a partir do vinho de mesa.

Vinhos Finos e nobres

São classificados através de sua graduação que pode ocilar entre 8,6 a 14,0% do seu volume, são elaborados com castas nobres, aonde o processo tecnológico adequado assegura as características de cada variedade,geralmente são elaborados com vitis viníferas, abrindo uma exceção as variedades Criolla Grande e Cereza.

Vinhos Espumantes Natural

É o vinho que provém de uma segunda fermentação alcoólica na garrafa, método Champenoise| tradicional ou em grandes recipientes - método Charmat, tendo pressão mínima de 4 ( quatro) atmosferas a 20° C e sua graduação alcoólica entre 10a 13%.

Vinhos Moscatel Espumantes ou mostro Espumante

É o vinho que atravês da fermentação do mosto ou mosto conservado em recipientes fechados adiquire o anidrido carbônico, com pressão mínima de 4 ( quatro ) atmosferas e conteúdo alcoólico de 7 a 10% e remanescente mínimo de 60 gramas de açúcar por litro, sendo no Brasil o remanescente de 20 gramas por litro.

Vinhos Frisantes

Contém teor alcoólicos entre 7 a 13% com conteúdo de anidrido carbônico de 1,1 até 2 atmosferas de pressão a 20° C natural ou gaseificados.

Vinhos Gaseificados ou Filtrado Doce

É o resultado da adição de anidrido carbônico puro por qualquer processo, apresentando um conteúdo alcoólico entre 10 a 13% em volume e uma pressão compreendida entre 2,1 a 3 atmosferas a 2°C.

Vinhos Licorosos

Contém conteúdo alcoólica natural ou adquirido em 14 a 18% do seu volume, sendo nestes vinhos permitido o uso de álcool etílico, mosto concentrado, caramelo, mistela simples, açúcares e caramelo de uva.

Vinhos Compostos

Possuem teor alcoólico de 15 a 18% em volume, obtidos estes pela adição de macerados ou concentrados de plantas amargas ou aromáticas, substâncias de origem mineraís ou animal, álcool etílico, açúcar, caramelo e mistela simples, sendo que 70% do seu conteúdo deverá ser de vinho.

Champanha: ( Champagne)

É o vinho espumante, produzido na região de Champagne- França, cujo anidrido carbônico seja resultante, unicamente, de uma segunda fermentação alcoólica do vinho, em garrafa ou em grandes recipientes, com graduação alcoólica do mosto de uva da uva moscatel (moscato) em garrafa ou grande recipiente, com pressão mínima de 3 atmosferas.



Classificação dos Vinhos Compostos

Os vinhos Compostos são classificados em Vermute, Quinado, Gemado.

Vermute

É o vinho composto que contiver losna (Artemísia adsintthin,L) entre seus componentes aromáticos, com a a adição de macerados ou concentrados de plantas amargas ou aromáticas.

Gemado

Vinho composto que contenha gema de ovo.

Quinado

Vinho composto que contenha quina ( chinchona ou seus híbridos)

Composto com jurubeba

É o vinho composto que contenha na sua composição jurubeba (solanun paniculatum).

Composto ou Ferroquina

É o vinho composto que contenha citrato de ferro amoniacal e quinino.

Quanto a Cor Pode-se classificar em:

  • Vinhos Tintos
  • Vinhos Rosé ou clarete
  • Vinhos Brancos

Quanto ao teor de Açúcar: ( Expresso em gl de glicose)

Para os vinhos leves, de mesa, frisantes e finos:

Secos

Com ate 4 ( quatro) gl de açúcar

Demi-sec ou meio seco

Com teor superior a 4 e até 25 gl de açúcar

Suave ou doce

Com teor superior a 25 e até 80gl de açúcar

Para vinhos Espumantes Naturais ou Gaseificados

Nature

Com até 3( três) gl de açúcar.

Extra-brut

Com teor superior a 3 e até 8 gl de açúcar

Brut

Com teor superior a 8 e até 15 gl de açúcar

Sec ou Seco

Com teor superior a 15 e até 20gl de açúcar

Demi-sec, meio doce ou meio-seco: com teor superior a 20 a 60 gl de açúcar

Doce

Com teor superior a 60 gl de açúcar.

Para os vinhos Licorosos:

Seco

Com até 20 ( vinte) gl de açúcar
Doce: com teor superior a 20 gl de açúcar

Para os vinhos compostos:


Seco ou dry

Com até 40 gl de açúcar

Meio-seco ou meio-doce

Com teor superior a 40 e até 80 gl de açúcar

Doce

Com teor superior a 80 gl de açúcar.

Classificação das Bebidas Vínicas

Mistela ou Mistela Simples

É o mosto simples não fermentado, adicionado de álcool etílico até um limite máximo de 18% de álcool em volume e com teor de açúcar de uva não inferior a 100 gl, é proibida a aadição de sacarose ou outros edulcorantes.

Mistela Composta

Graduação alcoólica de 15 a 20% em volume, que contem o mínimo de 70% de mistela e 15% de vinho de mesa, coma adição de ervas aromáticas ou amargas.

Jeropiga

Bebida elaborada com mosto de uva parcialmente fermentada ,com adicionado de álcool etílico potável, com graduação alcoólica máxima de 18% e teor mínimo de de açúcar de 7 (sete) gramas por 100 ( cem) mililitros do produto.

Pineau

Bebida obtida do mosto das variedades Ugni Blanc, Folle Blanc ou Colombard, com álccol vínico envelhecido e brandy, esta mistura devera repousar por no mínimo 6 meses em barricas de madeira, sua graduação alcoólica deverá estar compreendida entre 16 e 22% em volume de 20°C.

Classificação dos Destilados à Base de Vinho

São os produtos obtidos da destilação do vinho.

Pisco

É a bebida com graduação alcoólica de 38° a 54°g/l, obtido da destilação do mosto fermentado de uvas aromáticas.

Brandy -Conhaque

Destilado de vinho com no mínimo 6 (seis) meses de envelhecimento, com graduação alcoólica , obtidos de destilados simples do vinho e /ou Aguardente de vinho. Os Brandys e Conhaques Finos serão classificados por tipos, segundo o tempo de envelhecimento de sua matéria prima.

Licor de Conhaque Fino de Brandy

É a bebida com graduação alcoólica de 18° a 54° g/l, tendo como matéria prima a bagaceira.

Aguardente de bagaço,bagaceira ou Graspa

É a bebida com graduação alcoólica com no mínimo 38 a 54% a 20°C, obtida através de destilados alcoólicos simples de bagaço de uva, com ou sem borras de vinho, podendo ser feita uma retificação parcial seletiva, não sendo superior a 1 (um) grama por 100 (cem) mililitros.

Destilados de Vinho aromático

Destilado com graduação de 35% a 54%, obtidos a partir de destilados alcoólicos simples de vinhos, elaborados com uvas devidamente reconhecidas e aceitas por seus aromas e sabores, podendo ser destilados na presença das borras.

Fonte: www.vinhosbrasileiros.com



CLASSIFICAÇÃO DOS VINHOS

Quanto a Cor

Tintos

São de cor escura. Com tonalidades avermelhadas que vão do rubi ao violáceo. Sua obtenção é feita a partir das uvas tintas e a partir das uvas tintas e a elaboração retirada das cascas através do contato entre partes sólidas e líquidas.

Rosados

Os vinhos rosados possuem tonalidades de vermelho muito claros até rosa. Sua elaboração parte de uvas tintas com menor período de contato com o líquido junto as partes sólidas.

Brancos

São vinhos claros, com tonalidades de amarelo esverdeado ao amarelo palha. Sua elaboração geralmente é feita a partir de uvas brancas podendo ser também de uvas tintas em processo especial de elaboração não havendo contato entre as partes sólidas e líquidas.


Quanto ao Açucar

Seco

Vinhos que praticamente não apresentam sabor doce. Possuem de 0 a 5 gramas de açúcar por litro;

Semi-Seco ou Meio Seco

Vinhos nos quais já começamos a perceber o sabor doce, possuindo de 5,1 a 20,0 gramas de açúcar por litro.

Suave

Vinho com sabor doce pronunciado, tendo concentrações superiores a 20,1 gramas de açúcar por litro.44


Quanto ao Álcool

Light

Vinho de baixo teor alcoólico, possuindo de 7 a 9,9 GL;

De Mesa

Sua graduação varia de 10 a 13,0 GL

Licoroso

Vinho fortificado, normalmente servido como aperitivo ou digestivo às refeições, possui de 14,0 a 18 GL


Quanto a Origem

Comum

Vinhos elaborados a partir de uvas americanas e/ou híbridas. Estas duas classes de uva são genericamente pobres, originando vinhos conseqüentemente sem grandes virtudes. Seu envasamento é geralmente feito em garrafões de 4,6 litros. Ex.: Isabel, Concord, Niágara Rosada, Herbemont, Bordô e Jacques etc.

Fino

Vinhos elaborados a partir de uvas européias (vitis Viníferas). Esta classe de uva é genericamente rica e desenvolvida, originando os grandes vinho do mundo. Seu envasamento é feito em garrafas. Ex: Cabernet Sauvignon, Merlot Noir, Cabernet Franc, Petite Syrah, Pinotage. Gamy, Riesling, Moscato, Gewurztraminer, Charobnnay, etc.

Varietal

Esta é uma tendência muito forte e particular da vitinicultura brasileira. Varietais são vinhos que tem predominância de uma uva específica acima de 60% garantindo-lhe fidelidade das características inerentes a variedade. O nome da variedade que deu origem ao vinho constará no rótulo. EX.: Riesling.


Vinhos de Consumo

Os vinhos de consumo são divididos em vinhos de mesa e vinhos especiais.


Vinhos de mesa

São os vinhos que uma vez estabilizados, se destinam ao consumo, principalmente durante as refeições.Esses vinhos se subdividem em duas categorias: comuns e finos.

Vinhos especiais

Ao contrário dos de mesa, estes vinhos não se prestam ao consumo durante as refeições, e sim, antes ou depois destas, ou a outras horas do dia. Esses vinhos são considerados bebidas de luxo, tendo um preço bastante elevado.

Vinhos naturais

São de mais de quatorze graus de álcool e açúcar residual biologicamente estável sem adição de álcool.

Vinhos generosos

São vinhos alcoolizados e vinhos licorosos com elevados teores de açúcar.

Fonte: www.formatto.com.br



CLASSIFICAÇÃO DOS VINHOS

Vinhos Tintos

Tinto Jovem

Vinho de corpo leve, não necessita tempo de envelhecimento. Geralmente são vinhos com aromas e sabores de frutas e vegetais bem frescos e de tonalidade rubi escura. Devem ser degustados jovens, preferencialmente até o 2º ano de sua elaboração, e consumidos levemente refrescados (15ºC).

Tinto de Corpo Médio

Vinhos que estagiam por no máximo 6 meses em tonéis de carvalho. Possuem bouquet onde se destacam aromas e sabores de frutas vermelhas e baunilha. Sua cor tem tons claretes, resultado do tempo de permanência nos tonéis. Seu consumo pode ser de imediato a 5 anos de guarda. Deve ser servido entre 15ºC e 18ºC.

Tinto encorpado

Vinho robusto com grande estrutura de aromas e sabores na boca. Elegante, tem grande complexidade aromática devido ao seu envelhecimento que lembra especiarias, frutas vermelhas maduras, baunilha, tabaco e cacau. Sua cor é rubi clara e deve ser servido entre 15ºC e 18ºC.

Vinhos Brancos

Branco Jovem Frutado

Vinho leve e elegante. Com cor amarela-clara e aroma de frutas tropicais frescas e vegetais. Paladar delicado e leve permanência na boca. Refrescante, deve ser tomado gelado (10ºC). Vinho de consumo rápido; quanto mais jovem, mais agradável.

Branco Maduro

Vinhos encorpados, de cor amarelo-ouro, com sabores intensos e aromas de frutos tropicais maduros, com um leve toque de baunilha. Sabor de longa permanência na boca. Deve ser saboreado gelado (10ºC).

Vinhos Fortificados e Frisantes

Vinho enriquecido

Vinho cuja fermentação é interrompida pela adição de aguardente vínica. Estes vinhos mantêm o açúcar natural residual da uva e possuem graduação alcoólica entre 19ºGL e 21ºGL. Na cor podem ser tawny (aloirado), rubi ou branco. Deve ser consumido entre 15º e 18ºC.

Vinho frisante

Vinhos jovens, brancos ou tintos, que recebem uma pequena adição de CO2. Vinhos aromáticos com baixa graduação alcoólica e altamente refrescantes. Podem ser doces, meio secos ou secos. Devem ser consumidos gelados (6ºC).

Vinho espumante

Vinhos que sofrem o processo da segunda fermentação. Podem ser tintos ou brancos e seus tipos são brut, deni-sec ou doces. Devem ser consumidos gelados (6ºC).

Fonte: www.paodeacucarvinhos.com.br



CLASSIFICAÇÃO DOS VINHOS

Os tipos de uva utilizados, o processo de fabricação e a região onde são produzidos estabelecem os diferentes tipos de vinhos.

Veja abaixo quais são eles quais as suas características:

Tintos

São produzidos com enorme variedade de uvas, com resultados que variam de acordo com a região e as técnicas de produção empregadas. Podem ir dos mais leves e refrescantes, que devem ser bebidos imediatamente, a vinhos extremamente densos e encorpados.

Os mais leves são os Valpolicella e os Bardolino, na Itália, e o Beaujolais Nouveau, da Bourgogne francesa. Ainda entre os mais leves, porém mais sutis, estão os Bourgogne, Côtes-du-Rhône, a maioria dos Bordeaux (na França), Rioja (Espanha), Chianti (Itália), Dão, Douro e Bairrada (Portugal) e os Cabernet Sauvignon do Chile, Austrália e Nova Zelândia.

Outros são fortes, com grande concentração e cor profunda, e têm longa guarda, como o como os Cabernet Sauvignon da Califórnia (EUA), o Hermitage (francês), os Barolo e Brunello di Montalcino (italianos) e o Vega Sicília (espanhol).

Brancos secos

Feitos com uvas brancas, são jovens e frescos e mais simples - sem profundidade de aromas e sabores. É o caso dos Bordeaux brancos, dos Chablis mais simples, Aligoté e Mâcon (os três da Bourgogne francesa) e dos italianos Frascati, Verdicchio, Orvieto e Soave, entre outros. Podem também ser frutados e aromáticos. Como exemplos, os alemães do Reno e Mosela (Riesling), os franceses da Alsace (uvas Riesling e Gewürztraminer) e os da Nova Zelândia. Há ainda os encorpados e aromáticos: são os Bourgogne brancos - feitos de Chardonnay e maturados em barris de carvalho. Há também os melhores vinhos da Alsace (de Riesling e Gewürztraminer), do vale do Loire (Sancerre, Pouilly) e da Rioja espanhola.

Brancos doces

São os chamados vinhos de sobremesa. O doce característico vem da própria uva, sem a adição de açúcar. O mais famoso é o francês Sauternes, da região de Bordeaux (uvas Sémillon e Sauvignon).

Rosés

Produzidos com uvas tintas. Durante a vinificação, a casca é retirada no meio do processo, de forma que tinja apenas levemente o vinho. São produzidos na França, no vale do Rhône do Loire.

Espumantes

Feitos de uvas brancas ou tintas, na maioria das vezes dão origem a vinho branco ou rosé, com gás. O melhor exemplo é o feito na região de Champagne (na França). No resto do país, são chamados de musseux ou crémant; na Itália, spumante; na Espanha, cava; na Alemanha, sekt.

Fortificados

Produzidos como vinhos de mesa, têm adição de álcool (chega a quase 20% de teor alcóolico), são mais doces e têm maior durabilidade. É o caso do vinho do Porto e do Madeira (Portugal), do Jerez (Espanha) e de vinhos utilizados em sobremesas, como os franceses Muscat de Beaunes-de-Venise, Rivesaltes e Banyuls e o português Moscatel de Setúbal. São normalmente mais acastanhados.

Fonte: www.terra.com.br



CLASSIFICAÇÃO DOS VINHOS

Tipos de vinhos

Vinhos licorosos

Possuem concentração alcoólica de 14 a 18° GL, com adição máxima de 10% do volume total do produto em álcool etílico.

Vinhos compostos

Possuem concentração alcoólica entre 15° a 20° GL, sendo que 60% (máximo) por adição do álcool potável expresso em etanol.

Estão incluídos nesta categoria o vermute, quinado e gemado:

O vermute

O vermute é uma bebida amarga, produzida a partir das partes aéreas florida do absinto ou losna (Artemísia absinthuium), que é uma erva aromática da família das compostas, suplementada com diversos outros aromas de outros vegetais (raiz de genciana, mirra, cardo, manjerona, raiz de ruibardo, sucos de folhas de áloe, etc.);

O quinado

O quinado deve conter partes da planta da quina (Cinchona ledgeriana), cuja casca possui um sabor amargo;

O gemado

O gemado deve conter gema de ovo.

Vinhos de fruta

Possuem graduação alcoólica de 10 a 13o GL, obtidos por fermentação do mosto de frutas frescas, podendo ser adoçada com sacarose com teores iguais à dos açúcares da fruta;

Sidr

Produzido a partir do mosto de maçã fermentado. O teor alcoólico deverá estar entre 4 a 8o GL. Trata-se de um tipo de vinho com teor alcoólico mais baixo, geralmente é gaseificada.

Fonte: www.setor1.com.br



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